Corpo e Mente
Nossas doenças e os chakras

Nossas doenças e os chakras

Sabedoria antiga na modernidade

 

Os Chineses têm um antigo provérbio que nos diz que um homem para se considerar realizado, precisa gerar um filho, plantar uma árvore e escrever um livro. Já o futurólogo Alvin Toffler escreveu que no século XXI, este que agora estamos; o analfabeto não será aquele que não souber ler ou escrever, e sim aquele que não for capaz de aprender, desaprender e reaprender.

 Porque estas duas citações para abrir este novo artigo? Porque os antigos sabiam mais a respeito da vida e do comportamento humano, das nossas fraquezas e das nossas forças, do que nós, cidadãos do mundo moderno, fomos capazes de desaprender ou de acumular em enciclopédias e em disciplinas de conhecimento diversificado, cada vez mais especializado e desagregado do todo.

 Até hoje, nossa ciência focaliza os sintomas e não as causas; não admite o que não pode reproduzir em tubos de ensaio, e ao invés da humanidade ficar mais sadia, está ficando cada vez mais doente.

 A lei da natureza é que a única pessoa que pode curar suas doenças é você mesmo. Como nós já esquecemos ou então nem sequer aprendemos as coisas que os antigos sabiam, hoje precisamos de ajuda. Se você quebrar seu braço, vai precisar da ajuda de um ortopedista para fixar corretamente a fratura. Conforme o dano pode vir a ser necessária uma cirurgia ou o implante de prótese. Mas hoje já estão surgindo tratamentos que não demoram a curar até ossos quebrados com as energias e vibrações do próprio corpo.

 Pessoas entendidas em saúde mental poderão ajudá-lo em seus processos de cura, mas a cura só virá se você mesmo realmente a desejar, e existem muitas maneiras alternativas e não tradicionais ou ortodoxas com as quais podem ser tratados desequilíbrios no fluxo natural do seu corpo e sua mente antes que se somatizem no corpo e gerem problemas físicos. O equilíbrio pode ser restaurado antes da doença se manifestar.

 Não será possível comentar todos os meios de cura alternativos que hoje se oferecem para quem quer se curar. Entretanto, vale a pena ter em mente algumas reservas. Porque em um cesto de maçãs sempre haverá uma ou outra que esteja passada ou podre.

 Evite qualquer um, por mais qualificado que seja, que afirme que você será certamente curado por ele. Nem sempre os médicos ou os curadores psíquicos são bem sucedidos.          

 Evite qualquer um que tenha sempre o mesmo tratamento para todas as doenças. Não existe panacéia para todos os problemas nem para todos. Não se cura uma gripe com gesso, e nem um osso fraturado com analgésico ou antibiótico.

 Evite os especialistas que apregoam técnicas especiais de cura exclusivas e que eles não compartilham com outras pessoas. Geralmente essa é uma forma de encobrir alguma charlatanice. Do mesmo modo evitem aquele que fabrica algum dispositivo que só ele sabe como funciona. Se no primeiro caso ainda cabe uma dúvida, neste caso é certo que haja fraude.

 Evite quem lhe cobre demasiado, mas não deixe de dar valor justo ao competente.

 Se seu tratamento não está dando resultado, mude de médico ou terapeuta.

 Confie mais naquele que prefere perdê-lo logo como paciente, ou seja, quer curá-lo logo ao invés de vê-lo toda semana contribuir para sua receita. Ressalvam-se as doenças crônicas que precisam de tratamento de manutenção constante.

 Escolha o médico ou curador que dê importância ao esclarecimento do paciente sobre sua doença, suas causas e seus tratamentos. O bom curador é aquele que lhe ensina como evitar problemas no futuro alem de lhe medicar o problema atual para a cura.

 Uma regra básica de todas as terapias alternativas ou holísticas é de que nós tenhamos o livre arbítrio e devemos assumir a responsabilidade por tudo que fazemos. Somos responsáveis perante nós mesmos. Não podemos esperar ficar curados se nem nos tratemos adequadamente, nem nos cuidamos depois para não recair na doença.

 Existem duas formas básicas de tratamentos alternativos, tal como nos ortodoxos. Aqueles que o afetam de fora para dentro, e aqueles que o afetam de dentro para fora. As terapias alternativas internas são as que usam remédios naturais, tais como a fitoterapia via oral, a homeopatia e uma alimentação agendada para atender às carências orgânicas de cada caso.

 Há muitas outras terapias que o atendem de fora para dentro. As terapias energéticas que não exigem toque direto como Imposição das mãos (passes, reiki, cristais, cromoterapia). Outras técnicas necessitam do toque, tais como Shiatsu, Acupuntura, Reflexologia, Terapia profunda dos Tecidos e Rolflng. Há ainda remanescentes algumas técnicas quiropráticas. As terapias de toque podem envolver dor na manipulação do seu corpo. 

 Há também métodos não tradicionais e tradicionais que podem auxiliar com problemas psíquicos e seus sintomas físicos. Estas incluem terapias Reikianas ou Neoreikianas, Renascimento, Regressão a Vidas Passadas. A Psicoterapia produz resultados excelentes quando o problema é mais persistente.

 Rara é a doença que não possa ser tratada se o curador for competente em diagnosticá-la e às suas causas, e souber escolher as terapias e tratamentos mais adequados para o seu caso.

 A literatura contemporânea está repleta de casos de curas chamadas “milagrosas” por meios não tradicionais. Mas lembre-se que a cura depende mais da sua vontade de viver do que do terapeuta, porque só assim você assumirá a responsabilidade de se tratar corretamente.

 Se a sua doença chegou a afetar algum dos seus órgãos fisicamente, mesmo que o tratamento alternativo pareça ter sido bem sucedido, é sempre aconselhável que consulte um médico tradicional para uma nova avaliação de seu estado de saúde clinicamente.

 Exames de laboratório ajudam tanto aos médicos como aos terapeutas.

 Quando alguma doença se manifesta, ela provoca desequilíbrio e, portanto, mau funcionamento dos seus centros energéticos, os chakras. Chakra é uma palavra Sânscrita que quer dizer “Roda”. Se todos nós pudéssemos ver nossos chakras, como alguns curadores conseguem, veríamos nossos chakras como rodas de energia em constante rotação ou revolução.

 Os chakras se localizam ao longo da espinha e tem aberturas de recepção na parte frontal e de expulsão na parte dorsal. O fluxo de energia ocorre de duas extremidades. De cima, a energia espiritual e psíquica, e de baixo, da base, a energia telúrica ou física e emocional. Encontram-se no chakra cardíaco. A energia recebida pela abertura frontal flui e reflui através da espinha dorsal também chamada de Kundalini. E as energias “gastas” ou “esgotadas” são expelidas pelas aberturas dorsais. Mas, o desequilíbrio de um chakra afeta o fluxo de todos em maior ou menor grau, e pode inclusive fechar a abertura de recepção ou de expulsão causando um “engarrafamento” que provoca irregularidades do fluxo, fazendo com que os órgãos diretamente afetados pelo chakra “entupido”, funcionem mal e se apresentem com sintomas de doença daquele órgão ou distúrbios de sincronia do funcionamento naquele setor.

 Começando de cima, o chakra da Coroa, que corresponde ao acesso da consciência cósmica, do entendimento e do despertar espiritual, é a glândula Pineal, localizada no córtex cerebral. Controla nosso cérebro superior e o sistema nervoso central. É o chakra de maior luminosidade, e sua cor vai desde púrpura ao branco brilhante.

 Se o seu problema se manifesta no cérebro inferior ou no sistema nervoso autônomo, então estará localizado na glândula pituitária, também chamada de Terceiro Olho ou Visão, no linguajar clínico o Hipotálamo. Sua cor em funcionamento normal é o azul profundo, e as manifestações que lhe correspondem são a clarividência ou clareza mental, intuição e instintos aguçados, e vivazes sentidos psíquicos. 

 Se você estiver com problemas respiratórios, pulmonares, na laringe ou na faringe, a glândula afetada é a Tireóide, localizada na garganta e que controla o plexo cervical. Deste chakra, emanam a sua criatividade, a sua capacidade de se comunicar, e também a de se curar. A cor em condições normais é o azul celeste.

 Agora vamos inverter o caminho. Comecemos pelo chakra Básico, localizado no cóccix, que governa o sistema de estrutura óssea ou esqueleto, e também os rins e os órgãos auxiliares de excreção. As glândulas dominadas por este chakra são as adrenais. Envolve seu instinto de sobrevivência, segurança e ancoramento. É o chakra mais ativo e exige mais energia e o que lhe confere a condição de ter a postura ereta e equilibrada sobre seus pés. A cor que lhe corresponde é a vermelha intensa.

 O chakra seguinte é o sacral, localizado nas gônadas, e domina seu sistema de reprodução. Governa sua intimidade, sua sexualidade e sua emocionalidade. A cor normal também é intensa: uma cor laranja profunda.

 O próximo chakra é, dos que governam o nosso corpo físico, o que é mais facilmente desequilibrado em nossos dias. A glândula em que se localiza é o pâncreas e a posição é a correspondente ao plexo solar, na altura do umbigo. Controla o sistema digestivo, o fígado, e a bexiga. É aí que os alimentos são processados, se produz o colesterol (as gorduras) e a renovação dos líquidos (eliminação dos resíduos desnecessários ao organismo). O pâncreas, apoiado no esplênio, responde pelo seu sistema de Imunidade para a preservação da sincronia e saúde da complexidade do corpo físico. A cor correspondente ao Sol, o amarelo.

 As energias e o fluxo vindos de cima e de baixo, se encontram no Chakra central ou Cardíaco, localizado na altura do coração, em uma glândula a que a medicina tradicional não dava muita importância até recentemente, a glândula Timo. A combinação das cores frias vindas desde a coroa e das quentes vindas da base, faz com que a Roda aí se manifeste em duas cores. A presença do Rosa simboliza saúde mental e espiritual; enquanto a verde corresponde à saúde física.

 O médico e/ou terapeuta competentes, ao diagnosticar o setor ou chakra do organismo em que se manifesta o desequilíbrio que gera a doença, saberá então propor o tratamento mais adequado considerando o grau de comprometimento e demais condições gerais clínicas e mentais do paciente. Mas se o paciente não tiver a vontade e a responsabilidade, consigo mesmo, a cura será no mínimo difícil por mais competência que haja.

 Encerrando a seqüência sobre os chakras, é importante lembrar que a energia em cada chakra gira com velocidade própria e diferente. O chakra básico é o que tem a velocidade de revolução mais lenta enquanto o coronário ou da coroa, a mais rápida.

 Quando há desequilíbrio, a cor fica instável, mas pode ser estimulada por um cristal, roupa, alimento que irá proporcionar complementação para sua estabilização. Sim, os alimentos através de suas cores também ajudam. Mas, siga a orientação de quem sabe porque a melancia é verde por fora, mas é vermelha por dentro.

 Por isso, tratamentos frequentemente envolvem regimes de alimentação programados para suprir o chakra que domina o sistema ou órgão afetado para reequilibrá-lo.      

 Se os chakras não estiverem equilibrados ou se suas aberturas estiverem bloqueadas, a força vital também terá seu fluxo retardado. As primeiras manifestações serão de cansaço, desânimo ou até depressão, conforme o chakra mais afetado. Se não tratado o problema, eventualmente se espalha pelo organismo todo manifestando doenças que irão prejudicar o sistema e a sincronia dos demais órgãos e chakras. A própria mente pode ser afetada. O aumento de atitudes negativas, medos, dúvidas, ansiedades podem também aumentar.

 Manter o fluxo constante e equilibrado entre os chakras promove saúde e a sensação de bem estar. As aberturas dos chakras devem ser sempre cuidadas porque se for demasiada, poderá levar a pessoa a sentir choques elétricos pelo corpo ou em contato com metais e outros elementos causando curtos-circuitos. Já os chakras com as aberturas estreitadas impedem o fluxo necessário o que conduz à doença.

 Exercícios constantes de meditação; recurso a cromoterapia e ao Reiki podem funcionar como medidas preventivas. Mas se os sintomas negativos persistirem então deve se procurar ajuda competente quer a nível físico quer a nível mental/espiritual.

 

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Autoria

Texto de: Boris Artemenko - professor de Astrologia - ba.astros@gmail.com – Jornal O Legado – Abril 2014

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