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Astrologicamente, a mãe é representada pela Lua

Astrologicamente, a mãe é representada pela Lua

Em maio comemoramos o dia das mães, enquanto o Sol transita no signo de Touro. Curiosamente, é em Touro que a Lua fica exaltada. Touro é um signo que apesar de não ser seu domicílio – que é Câncer – deixa a Lua super à vontade. 
 
Geralmente quem tem Lua em Touro é boa mãe, e/ou tem uma boa mãe. Aliás, esta também é uma característica das taurinas, que adoram cuidar da sua cria. Astrologicamente, a mãe é representada pela Lua, que com o Sol forma parte importante da nossa personalidade. 
 
Assim, analisando a Lua – signo onde está, casa, aspectos que faz – conseguimos compreender como é a mãe de uma pessoa e como é esta relação. Também podemos verificar, no caso do mapa de uma mulher, como ela será como mãe. Além da Lua, a casa quatro fala sobre a família e a mãe.
 
 É importante notar que além de falar da mãe e da família, estes pontos, especialmente a Lua, falam das nossas emoções. É na Lua que observamos como alguém reage emocionalmente, o que oferece segurança, alguns dos gostos e necessidades afetivas, entre muitas outras coisas importantes da nossa personalidade emocional. Isto significa que esta primeira relação, com a mãe, vai influenciar as futuras relações, necessidades e buscas por segurança ao longo de toda vida. Por isso também a Lua é uma das representantes do feminino no nosso mapa, seja para homens ou mulheres. Em ambos os casos a Lua vai mostrar o que a gente gosta, o que desejamos, o que nos faz feliz, o que dá ou não segurança. 
 
Em um relacionamento afetivo, somente quando nossa Lua está satisfeita nós estamos tranquilos e seguros. Isso significa que, em geral, vamos buscar nas relações coisas parecidas com as que tivemos em nossa família. Pode ser algo que aprendemos com o modelo de relação vivido entre nossos pais, ou na relação que experimentamos com eles. Além disso, o que a nossa Lua recebeu na infância ela será capaz de doar na vida adulta. Ou seja, uma Lua que foi bem nutrida, no caso de alguém que recebeu muito amor, carinho e atenção de seus pais, especialmente de sua mãe, tende a ter mais facilidade de criar vínculo, de amar e ser amado, de nutrir e ser nutrido. Alguém que recebeu pouco afeto ou segurança, provavelmente terá mais dificuldades de criar vínculos emocionais profundos. Ou, em alguns casos, pode ter a tendência a gostar de situações ou pessoas que tragam um frio na barriga, uma certa insegurança, algo que lembre aquilo que viveu na infância. 
 
Em outros casos, a Lua recebe aspectos que mostram a necessidade de algo diferente daquilo que recebemos. De qualquer forma, o importante é sempre conhecer quais são essas necessidades emocionais e buscar aquilo que nossa Lua pede, mas sempre conscientes de que, muitas vezes, o que buscamos ou precisamos também depende das outras influências astrológicas e existenciais e que todo nosso mapa precisa ser satisfeito. É o caso da relação entre Sol e Lua, por exemplo, que muitas vezes mostra buscas ou necessidades diversas, mas que todas precisam ser satisfeitas. Ou o caso da relação entre Vênus e Lua, os dois regentes do feminino, que muitas vezes também buscam coisas opostas ou divergentes e isso pode refletir em dificuldades nos nossos relacionamentos afetivos na vida adulta. 
 
De qualquer forma, voltando à nossa mãe, por mais que sejamos diferentes dela e por mais que não tenhamos recebido tudo aquilo que precisávamos, é também importante uma compreensão sobre isso para que nossas emoções possam estar em paz e, com isso, possamos ficar mais tranquilos. Isso não significa concordar sempre, mas sim aceitar, sabendo que se estamos vivos, se nascemos, foi graças ao nosso pai – o nosso Sol – e à nossa mãe – a nossa Lua, que nos deram a vida pela qual temos que ser gratos, independente dos destinos deles e do nosso. Isso nos deixa mais seguros e permite que as coisas possam fluir melhor na nossa vida. E, no caso das mães que nos nutriram, vale lembrar que é sempre tempo para pedir mais, para ganhar colo e atenção, porque, no fundo, mãe é mãe, e colo de mãe não tem igual!
 
 
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Autoria

Texto de: Titi Vidal - Astróloga - www.titiviidal.com.br - maio 2014

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