Corpo e Mente
Nossa relação com nossos alimentos

Nossa relação com nossos alimentos

Provavelmente a maioria dos leitores d´O Legado já terá lido que cada vez mais, a ciência admite que seres do reino animal e do reino vegetal também pensam e sentem. Mesmo que não falem conosco em uma linguagem interativa, mas interagem com nossos sentimentos e nossas intenções.

Quem já assistiu uma matança de bovinos em um matadouro, sabe que os animais ao serem encaminhados para o abatedouro sabem que estão para ser abatidos, e alguns até choram. Por isso, os métodos modernos pretendem ser menos dolorosos e mais fulminantes, porque os sentimentos de dor e de morte afetam o sistema neural dos animais e consequentemente a qualidade da carne após o abate.

Não é atoa que em alguns países orientais os bovinos são até sagrados e intocáveis. Em outros, já mais afetados pela civilização e hábitos alimentares mais modernos, ainda praticam um processo de comunicação mental com os animais que serão sacrificados para servirem de alimento, e esse processo muitas vezes envolve meditar durante o processo.

Na verdade, as plantas, tanto leguminosas como florais enfim, todos os seres do reino vegetal, também sentem, pensam e reagem. A famosa “seca pimenteira” de algumas pessoas que parecem prejudicar plantas tanto nos jardins, na agricultura como até as que são cultivadas em casa, não é mera superstição. Assim como tem pessoas que dizemos possuir “dedos verdes”, que por alguma razão fazem vicejar todas as plantas que tocam.

Porque as plantações de tomates, por exemplo, dos japoneses, são sempre mais bonitas do que as que nós ocidentais cultivamos, menos sujeitas a pragas nocivas, e tem maior produtividade? O segredo está em que, desde o preparo da terra para a sementeira, e por todo o resto do processo, os agricultores aprenderam a se comunicar mentalmente com a terra, com as sementes, com as plantas no cuidado do cultivo, e especialmente na colheita, quando colhem os frutos.

Sempre agradecem a todos os elementos envolvidos pela disposição destes em nos servir de alimentos. E mesmo na preparação posteriormente dos alimentos, também seguem um ritual. Meditam no que vão fazer antes de começar e depois “conversam” com cada produto ou fruto desde a escolha, lavagem, e finalmente o corte para compor o prato seja a salada ou outro.
Na verdade, têm até uma maneira certa de cortar seja lá a cebola, o pepino, ou o tomate; ou a fruta, e mentalmente agradecem também na hora de se alimentar.

O mais próximo que nós tínhamos disso tempos atrás era de darmos graças à mesa ao sentar para a refeição e depois de gratidão após completar a refeição.

Várias experiências já comprovaram que tais rituais realizados com sinceridade e sem ceticismo, fazem com que os frutos mesmo depois de cortados, fatiados enfim, preparados, continuam mais saborosos ou viçosos até o consumo.

O que nos alimenta são os componentes químicos que constituem tais seres, dos quais também somos compostos e que são necessários para aumentar nossas energias, nossa sobrevida e até a nossa imunidade. Assim, o tomate que continua viçoso e vermelhinho nos contribui com mais saúde do que aquele que murchou e aguou porque foi dilacerado de qualquer maneira e foi adicionado sem nenhum respeito pela sua importância na nossa cadeia alimentar.

Os modernos hábitos de “fast-food” e nossas maneiras de comer sempre apressados sem sequer prestar atenção ao que estamos fazendo, quanto mais ao que estamos comendo, sempre apressados e com os pensamentos em outras coisas e preocupações, não nos ajuda a nos tornarmos mais sadios e muitas vezes produzem toxinas negativas que nos engordam, enfraquecem e não nutrem, deixando-nos com a sensação de estarmos com fome mal os alimentos passaram pelo nosso sistema digestivo.

Nossos alimentos também são organismos complexos e tem seus próprios “chakras” e consciência e se não soubermos nos relacionar com eles, não é difícil imaginar as conseqüências.

No ritmo de vida que o consumismo e o capitalismo nos impelem, a meditação é a forma mais prática de canalizarmos nossas energias e nos conectarmos também com nossos alimentos para que eles produzam um resultado mais nutriente e sadio.

Eles “sabem” seu papel na cadeia alimentar evolutiva e não é porque não tem como se defender ou evitar de serem massacrados fria e indiferentemente que eles não tem algum tipo de defesa. Eles se dispõe a servir de alimento, mas é preciso aprendermos a respeitá-los como eles nos respeitam como seus consumidores.

Você não acredita?

Tudo na existência está conectado com tudo o mais, e a energia que provoca essa integração é invisível, é a energia cósmica que vitaliza a cada um dos seus seres ou manifestações físicas no nosso plano.

Você já ouviu dizer que a fonte mais potente da Vitamina D é a luz do Sol? Pois é. Mas também é preciso saber qual o melhor horário ou tipo de Sol em que devemos nos expor para sermos beneficiados. A energia que transmite a Vitamina D para o nosso organismo é invisível, ainda que possamos sentir o calor dos raios solares. Nem por isso não existe.


Os outros animais e todas as plantas também recebem tais energias, inclusive o processo de vitalização para o reino vegetal ocorre principalmente através do que chamamos de fotossíntese. Alguém já viu a fotossíntese? Mas você sabe que existe e que é essencial para a vitalização de todos os seres especialmente do reino vegetal. E também da nossa.

Em outro artigo já dissemos que todas as nossas doenças começam quando vivemos na contramão das energias do Cosmos. Ou seja, vivemos espiritualmente conturbados e desequilibrados. E que a cura de nossas doenças passa justamente pela revitalização das nossas energias para alcançarmos a restauração do nosso equilíbrio e da nossa serenidade espiritual que por mais invisíveis que sejam (não tem nada com religião), são a quintessência da nossa vitalidade.

As pessoas espiritualmente equilibradas vivem mais e melhor, mesmo que não sejam materialmente abastadas ou ricas. Não é o dinheiro que nos torna espiritualmente equilibrados. É nossa relação com o Cosmos, com o nosso Universo, com as coisas que nos nutrem, principalmente as energias que adquirimos da natureza, do Universo e das coisas que ele nos proporciona.

Quando tratamos essas coisas com respeito e adequadamente, nos servem.

E a meditação ou a conexão mental e energética com tudo que nos cerca e serve, é fundamental para que consigamos melhores resultados em tudo que empreendemos. Não menos com as pessoas que nos cercam.

Se, comemos alimentos passados, isso nos prejudica; se convivemos com pessoas espiritualmente deturpadas, também somos prejudicados. Se buscarmos conexão com algum semelhante, ainda que pensemos em termos românticos ou sexuais, se não houver uma intenção sincera, não conseguimos a conexão ou então não conseguimos os benefícios de uma relação feliz e sadia.

No mesmo diapasão estão hábitos como de vez em quando se conectar e ancorar na terra ou na grama, andando descalços. Pense em todas as coisas e situações que lhe fazem sentir bem e nas que lhe fazem sentir mal, e tire suas próprias conclusões.

Nas suas meditações, emane gratidão para o universo que lhe proporciona tanto. Ele e suas manifestações que nos compõem, alimentam, nutrem, vitalizam, pedem pouco em troca, geralmente respeito mútuo, porque respeitar a si mesmo também é uma forma de ser grato à sua própria existência. Isso não depende de você estar sem preocupações, sem problemas, sem nenhuma doença; mas com certeza o ajuda se recompor e curar em todos os níveis. E o mais importante é a sua espiritualidade. Estando bem espiritualmente, tudo o mais se acerta e você será mais feliz.

Portanto, aprenda a se relacionar melhor com seus alimentos tratando-os com respeito e amor pelo bem que te fazem ao invés de maltratá-los e acabar subnutrido ou insatisfeito.

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Texto de: Boris Artemenko - professor de Astrologia - ba.astros@gmail.com - Agosto 2014

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