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Espiritualidade - A fé na tradição, o culto a antigos conceitos

Espiritualidade - A fé na tradição, o culto a antigos conceitos


A necessidade de atualizações conceituais.

Faz algum tempo que pretendo abordar este assunto e a oportunidade surge agora...

Pretendo comentar sobre este tema levado ou estimulado por observar o quanto os segmentos de ensino Espiritualistas carecem de reformulação ou nova adequação a respeito dos antigos e já ultrapassados ensinamentos a respeito deste tema que, além de encantador, faz parte do cotidiano de inúmeras pessoas que adquiriram o saudável hábito de se aculturar para aprenderem a “viver” com plenitude.

Apesar de ainda encontrarmos ou nos relacionarmos com um número imenso de pessoas de cultura limitada e comportamentos ainda “planares” beirando o mecanicismo dos regimes humano/robóticos, consegue-se perceber que a busca das pessoas por ensinamentos ou orientações que as levem a tentar descobrir e compreender o que as levariam ao desenvolvimento Humano/Espiritual é cada dia mais intenso, pois as atividades humanas para o alcance da “difícil” tarefa de busca da sobrevivência, por vezes complicada, sugere que além dos aprendizados adquiridos pela educação e cultura que regem a existência e permanência da vida como “pessoas”, há algo extrafísico que interfere e se soma ao “material” ou a “matéria”. Muitas pessoas sem interesse em adquirir cultura adequada são céticas materialistas extremistas e acreditam que os seres humanos têm uma vida semelhante a animais ou vegetais: nascem, têm seu período de vida até a velhice, e deixam de existir quando morrem... Para estes, não há mais nada, além disto...

Alguns com orientação religiosa reconhecem seu corpo físico denso também como “possuidor” de uma “alma”, que, após a “morte”, iria para os “céus” ou “infernos” segundo a decisão de um “deus” que analisaria o comportamento e a conduta dos indivíduos em sua vida. Conceitos estes baseados em “bons ou ruins”, “certos ou errados” segundo princípios e doutrinas baseadas em informações dogmáticas tradicionais. Outra faixa de pessoas com cultura e educação espiritualizada, buscadoras de ensinamentos que as levam a compreender melhor e com mais profundidade a “realidade” que está por trás da existência humana, bem como os objetivos desta existência, reconhecem que a “Vida Hominal” não se resume ou limita a existência material, tem sim objetivos outros ainda estudados sobre o porquê e para quê, entendem a evolução espiritual e material diretamente ligada e responsável pela evolução do planeta, e reconhecem a existência, não só de uma “alma”, mas também da essência Hominal Espiritual, ou “O Espírito”. Estas pessoas conseguem com mais abundância de cultura reconhecer a continuidade vivencial de espécie, cujo conjunto que a constitui é formado por um “Espírito”, a essência base “Inteligente”, com corpo “material energético” muito menos denso em comparação ao corpo físico e “vida indeterminada” que por intermédio ou interseção da “Alma”, a que se mostra como o duplo da matéria e intermedia a ação “inteligente do Espírito” no “Seu Corpo Material”, atua como “comandante” e responsável pela vida do “Ser Hominal” ou Humanimal, habitante do Planeta Terra.

Escrevi, escrevi e escrevi para chegar ao objeto do título desta matéria, pois mesmo citando as diferenças comportamentais das pessoas, os incrédulos e os crédulos na espiritualidade, os que buscam e estudam cultura “Espiritualista” ainda esbarram em orientações com influências de conceitos mitológicos, histórias e estórias oriundas de segmentos “religiosos” dogmáticos. Eles são levados a acreditar nas teorias estimuladas em suas emoções a terem fé, esta a que não necessariamente os estimulam a aceitar ou compreender a espiritualidade com o sentido da realidade científica do fato que os levariam a ser convicto em seu entendimento.

Os orientadores não conseguem se desvincular das tradições e dos conceitos originais que deram início aos estudos para se chegar aos entendimentos e compreensão relacionados a existência dos “mundos” da espiritualidade.

Continuam de forma viciosa e arcaica insistindo em ensinar disciplinas ligadas a espiritualidade com conceitos usados nos séculos passados, subestimando a evolução da espécie humana, bem como seu espírito, como se tudo tivesse parado em um tempo remoto.

Imaginem que um grande número de pessoas que são consideradas “orientadoras” ou mesmo as que se colocam como aprendizes dos segmentos “Espiritualistas” consideram os Planos Espirituais como sendo “fora” dos limites do Sistema Geofísico e Astrofísico Terrestre, imaginem que o “Espírito de uma pessoa ainda é considerado com o outro” e não como a “expressão complementar essencial de si mesmo como Humano”. Imaginem que ainda se fala e ensina em alcançar a “Iluminação Espiritual”, ao invés de “Evolução Cultural Espiritual”. As pessoas correm atrás de alcançarem posições hierárquicas por serem escolhidas por um “ser superior” ou “Deus” para assumirem posições de destaque na sua vida espiritual. A mística e os dogmas ainda predominam entre as orientações Espiritualistas em detrimento do que deveria ser o correto, a Ciência Bioespiritual.

Os Seres Humanos Espirituais ainda desencarnados que já passaram por experiências anteriores ao seu estado extrafísico atual, como encarnados, ou sem um corpo carnal, e ainda tem um compromisso espiritual “pessoal” em continuar “atuando” nas dimensões materiais densas, entre nós encarnados, são considerados como “Iluminados”, são santificados, são reverenciados como especiais, apesar de ainda terem que reassumir em um futuro próximo considerado atemporal, um corpo material carnal para agregarem mais experiências e aprendizagens como Humanos e continuarem seu processo de evolução espiritual/material.

Tem muito mais a ser falado ou escrito sobre novos conceitos Espiritualistas, estes, atualizados e com a modernidade que a evolução Cerebral Hominal exige, porém, eu tomaria as páginas de todo este jornal e ainda faltaria...

Espero não ter sido um incômodo pelas minhas colocações, pois ao contrário, minhas pretensões são de estimular as pessoas a pensarem a respeito deste tema.
Usem seu cérebro! Há muito a ser explorado sobre suas possibilidades funcionais... pensem. Não dói nadinha, só faz bem!

Até o próximo mês.

Continuo ligado!

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Autoria

Texto de: Jornal O Legado - Setembro 2014

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