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Bioinformação - As influências da morfogenética e o inconsciente coletivo

Bioinformação - As influências da morfogenética e o inconsciente coletivo

Hoje o tema é de grande valia para os que pretendem iniciar sua saída dos “domínios dos sistemas”.

Nesta oportunidade, comentarei um pouco sobre um assunto muito importante, muito falado e difundido, porém de pouca compreensão pelas pessoas: trata-se da Bioinformação - As influências da morfogenética e o inconsciente coletivo.

Acredito que algumas pessoas que lerão este artigo já têm alguma ideia sobre o assunto, porém uma quantidade muito grande de leitores se beneficiarão destas colocações que farei para serem “pensadas” e talvez melhor observadas no que diz respeito às suas influências e das energias de “memórias” no comportamento pessoal.

Quando se aborda o assunto referente a “Bioinformação”, a primeira ideia que surge é a de registros energéticos informacionais que interferem em nossa estrutura psicobiológica, provocando alterações orgânicas patológicas e psicológicas via assimilações “inconscientes” que podem ser benéficas ou comprometedoras.

Para ilustrar ao que me refiro, vou relatar um fato verídico relacionado a resultados positivos produzidos por assimilação de energias coletivas que estimularam a inserção de um indivíduo em uma egrégora de sucesso e prosperidade...

Um certo senhor, hoje magnata empresarial, possuidor de uma fortuna considerável, em palestras periódicas que ministra em eventos da área empresarial, faz um relato orientativo surpreendente sobre os benefícios assimilados por ele por ter seguido orientações de um mestre do seu colégio onde cursava o período secundário escolar.

Trata-se de orientações comportamentais que o expunha a uma abundante carga de energias de sucesso e prosperidade e abundância financeira que certamente iriam permear sua estrutura energética vibracional, fixando-se em seu campo áurico como “memória” e influenciando sobremaneira sua forma de pensar, agir, decidir, consolidar suas metas e anseios profissionais.

Como era de família de baixo poder aquisitivo, costumava frequentar lugares e se relacionar com amigos da mesma classe social, e isto o mantinha um tanto afastado dos meios mais abastados da sociedade.

A receita de seu mestre nada mais era do que estimulá-lo a frequentar lugares onde as pessoas que os frequentavam fossem de classe social superior à dele, onde os assuntos e comentários permanentes eram de fechamento de grandes negócios, ostentações de fortunas, negociações bem sucedidas e prósperas, pessoas de ótima apresentação e formação cultural que nada mais faziam senão expor suas empreitadas audaciosas e seus sucessos.

Como o então rapaz não tinha poder aquisitivo para frequentar tais lugares, se dedicava a economizar o pouco do salário que recebia de seu trabalho como balconista e mais alguns trocados recebidos graciosamente de seu pai para vez ou outra ir frequentar bares de hotéis famosos onde os hóspedes eram pessoas de grande influência nos meios empresariais, ricos e poderosos barões das finanças...

Ele colocava-se no balcão próximo aos ilustres senhores sentados ao redor de mesas e solicitava um lanche, o mais acessível, e um copo de leite, estes consumidos com paciência e demora para que tivesse muito tempo para ouvir as histórias e relatos dos tais “bem sucedidos” ...

A frequência nestes estabelecimentos foi se repetindo a ponto de conseguir se relacionar amistosamente com os garçons que passaram a tratá-lo gentilmente, criando vínculos de coleguismo e amizade...

Relata que, quando saía destes lugares, sentia-se quase que igual, em seu ânimo e essência, aos frequentadores, pois a convivência periódica “inflava” sua aura das energias de grandeza registradas nos ambientes. Estes registros vibracionais o estimularam a desenvolver ideias e conceitos de sucesso que, em seu meio social, jamais poderia conseguir.

Formou-se em engenharia, e, pela sua frequência nestes estabelecimentos, teve a oportunidade de se relacionar com pessoas da área que frequentavam os tais estabelecimentos, além disso, somando sua força de vontade, determinação, e obstinação por seus ideais, tornou-se “mais um entre os eminentes bem sucedidos”...

O que quero me referir com este relato é que, quando escolhemos frequentar lugares para nosso lazer, ou convivência social onde as energias nos elevem, são saudáveis, são prósperas, de nível cultural elevado, passamos a carregar em nosso campo áurico os registros das memórias energéticas que permeiam estes lugares, e estas com certeza farão parte do nosso conjunto “bioenergético”, estimulando-nos a agirmos com semelhança.

Pelo lado “negativo”, isto também se aplica às informações “Bioenergéticas” adquiridas por hábitos e comportamentos em nossas residências ou local de trabalho, quando nos predispomos às conversas fúteis, vazias e inúteis; às brigas domésticas sem sentido, ou até mesmo quando assistimos programações imbecis das emissoras de TV, ou mesmo na inter-relação com pessoas agorentas e sem perspectiva de vida ou progresso pessoal.

Só para fazê-los “pensar”, vocês têm ideia das energias que geram “Bioinformações” em campos de futebol, hospitais, velórios, interior de ônibus, trens, metrôs, shoppings centers, casas de jogos, prostíbulos e - porque não - câmara dos deputados, assembleia legislativa, senado, e casas de rituais religiosos? Sejam quais forem suas denominações ou princípios religiosos, todas geram “Bioinformações”.

Deu para entender a ação da “Bioinformação” em nossa aura? O porquê de pessoas adquirirem comportamentos antissociais e imbecilizados inconscientemente sendo levados a se permitir influenciar por energias do “inconsciente coletivo”? Percebem que muitas de nossas ações e comportamentos sofrem, correspondem e respondem uma influência das energias do meio ou do ambiente?

O assunto é vasto, em uma próxima oportunidade eu voltarei a abordar o tema com mais informações...

Até a próxima...

Continuo ligado!

Nota da redação: O Instituto Mahat está ministrando curso que envolve o tema “Bioinformação”. Contato com João Cafarelli - (11) 2955-8460

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Autoria

Texto de: Jornal O Legado - Fevereiro 2015

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