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Quando o “eu” atua sobre o “EU” e interfere no bom senso

Quando o “eu” atua sobre o “EU” e interfere no bom senso

Nesta edição do novo Jornal O Legado Digital, farei um comentário a respeito de desequilíbrios que estão se tornando rotineiros no comportamento de “certos” terapeutas holísticos e suas atuações com o trato a seus clientes...

É sabido que na área das Terapias Holísticas, o Técnico em procedimentos alternativos busca se qualificar em várias disciplinas diferentes correlatas a que considera como a principal, isto para adquirir melhor cultura em função de seus propósitos. Porém, na maioria das vezes, inicia seu novo segmento de trabalho como terapeuta com conhecimentos fragmentados e insuficientes para lhe gabaritar em função da precariedade e limitações nos aprendizados das metodologias, técnicas e sistemática que é ensinada nas Escolas de formação, ou pelo menos deveriam ser, pois os próprios “orientadores”, se é que podemos chama-los desta forma, também não têm o aprofundamento cultural necessário para assumirem as funções de “ensinar”...

Não diria que certas disciplinas como Acupuntura, Quiropraxia, Reflexologia, Massoterapia, Medicina Tradicional Chinesa e outras já com consagração definida nos meios Alternativos têm, em seu corpo de terapeutas, pessoas com poucas qualificações, me atenho às que têm como objetivo trabalhar “Energeticamente” os seus clientes e suas energias Biológicas e Sutis, com o intuito de melhorar a qualidade de vida destes...

Neste meio que acabo de citar é comum que os “terapeutas” se predisponham a “resolver de qualquer forma” qualquer tipo de patologia e distúrbios energéticos de seus clientes, se dedicando a práticas de atitudes de “tentativas de acertos”, que na maioria das vezes resultam em erros reincidentes...

Isto pelo simples fato de não quererem perder seus clientes para outro técnico mais qualificado e melhor “ferramentado” realmente capaz de resolver as questões aflitivas da pessoa, também há de se considerar o ego e a falta de bom senso em seu comportamento que passa a comprometer seu profissionalismo e por sua vez a saúde de seu cliente, simplesmente por falta de reconhecimento de seus “limites”...

Ninguém pode se colocar na posição de “sabedor de tudo” e que seus métodos de trabalho são suficientes e únicos a serem ministrados, isto em nenhum segmento de nossa vida. O bom senso deve prevalecer em todos os sentidos e a humildade se faz importante como comportamento pessoal e em qualquer segmento profissional, reconhecer seus “limites” e saber ponderar é atitude inerente de quem é responsável, ético e sério em seus propósitos...

Está dado o recado!!!

Até a próxima oportunidade!!!

Continuo ligado!!!

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Autoria

Texto de: Redação - Abril 2015

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