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Entender e sentir: crianças refugiadas fugindo das guerras

Entender e sentir: crianças refugiadas fugindo das guerras

A alienação de uma grande maioria de pessoas me impressiona e entristece. Ao lado dela, quase sempre, uma estranha alegria, uma euforia superficial, conversas “vazias”, de significado e conteúdo, que não permite enxergar também, o mundo ao redor. Enxergar, neste caso, significa tentar entender e principalmente sentir. Sentir, sensibilizar-se com os problemas do mundo, e do nosso próprio país é simplesmente fundamental. É o requisito essencial para uma autentica espiritualidade prática-dinâmica.

E então... quando ligo a TV, num telejornal qualquer, ouço e vejo: “Todos estes milhões de refugiados, com suas famílias, com suas crianças, fugindo das guerras, enfrentando o rigor do inverno, a falta de moradia, a alimentação cada vez mais escassa. Estas crianças, milhares e milhões, pertencem a uma geração perdida. O que o futuro reserva para elas?”

Resolvo não assistir mais. E penso: “preciso rezar, preciso visualizar e pedir (decretar) para os Mestres e para os Anjos que, “em nome de Deus Pai-Criador, socorram estes refugiados, especialmente as crianças”.

Que futuro estes nossos irmãozinhos podem esperar? Enquanto perambulam com os pais pelos desertos, pelas cidades, pelas vilas e lugarejos deste planeta? Que escolas vão frequentar? Quais são os seus brinquedos? O que eles comem? O que eles comeram hoje no café da manhã?

Não temos estas respostas. Talvez neste exato momento, enquanto nos questionamos sobre tudo isto, estamos “devorando” um delicioso sanduiche, e um suco nutritivo que acabamos de fazer. Talvez a nossa fome diminua um pouco... “Não posso fazer nada”!

Mas não é bem assim! Você pode e deve fazer algo. Rezar, pedir, suplicar para os Mestres Espirituais, para os Anjos, visualizando sempre um mundo melhor, aonde imperem sem restrições, o amor, a bondade e a compaixão. São recursos eficientes, e podem ser usados todos dos dias. Estamos em junho, logo depois do “Mês das Mães”, talvez possa ser um momento ainda especial, para nos sensibilizarmos um pouco mais com estes problemas tão dolorosos.

Acompanhe com interesse o que está acontecendo. É sempre possível ajudar as ONGS, Médicos Sem Fronteiras (msf.org.br), ou mesmo crianças e famílias pobres que moram perto de você. São atitudes urgentes, práticas e fundamentais!

Pense um pouco agora, sobre as nossas crianças, aqui neste imenso país, nos estados e regiões mais pobres. Famílias que vivem nas favelas ou nas ruas, nas estradas, nos viadutos, ambientes escuros e sujos, onde suas crianças tentam sobreviver, brincar, ter algum sonho ou ilusão. Quem sabe? O que podemos esperar para o futuro destas crianças?

Tudo isto precisa mudar! E nós, os espiritualistas, os “despertos” e sensíveis, somos os construtores desta Grande Transformação. Esperanças infinitas, práticas e atuantes não podem faltar. Ao lado delas, a confiança e a fé que nos ajudam a desenvolver a sabedoria que compreende, não critica, mas ajuda sempre com alegria e gratidão.

Vamos encontrar assim, no nosso mundo interior, os melhores caminhos, as melhores maneiras para ajudar: amigos e familiares se necessário, crianças mais próximas, ou aquelas que vagam famintas no Oriente, no Ocidente, na África, na Ásia, no Brasil... Todos estes irmãos precisam de nós! Assim, como em cada um de nós, na alma e no coração destas crianças existe o potencial divino. A missão maior daquela alma, o sofrimento e a dor daquele coração. Comece então hoje mesmo, a sua missão, neste grande trabalho de AMOR.

 

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Autoria

Texto de Juliana Bueno - jornalista e escritora. Seu mais recente livro “Passageiros da Nave Terra” pode ser encontrado nas livrarias de sua cidade, ou acessando o site de sua editora: www.besourobox.com.br - Junho 2015

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