Corpo e Mente
Sobreviver à crise, sucumbir à crise, colaborar com ela?

Sobreviver à crise, sucumbir à crise, colaborar com ela?


Ser a massa do bolo ou trabalhar e batalhar para ser uma das cerejas, apesar da crise?

Olá pessoal, olha eu aqui novamente!

Vou abordar um assunto que está incomodando muita gente, inclusive a mim; falo da Crise Econômica do País.
Em princípio uma colocação seria esta “crise” natural em virtude dos efeitos da globalização ou da fraude do efeito “marolinha”... Seria esta forjada pelo sistema para desviar as atenções das pessoas dos assuntos muito mais importantes como a falência da ética e moral da política e dos políticos brasileiros? (???)

De fato tentar explicar ou conjecturar a respeito, não é o propósito desta matéria, tenho como objetivo colocar certos fatos, se é que poderíamos tratar desta forma, que deveriam ou poderão ser pensados com relação ao comportamento dos que estão “neste barco” sem leme, sem remos, totalmente à deriva e que de alguma forma pretendem sobreviver até chegarem em terra firme.

Já passamos por outras situações semelhantes e por que não piores e de certa forma nos encontramos “aqui e agora”, sobreviventes. Apesar dos pesares, o barco é o mesmo, remendado, reformado, surrado, porém diferente em certos aspectos, diferente por estar sendo “tripulado” por pessoas com muito mais experiência em evitar “naufrágios”, uma tripulação um tanto diferenciada, calejada, mais atenta, pelo menos os que passaram pelos inconvenientes do passado e que ainda estão ativos, cada um tentando manter em mãos os restos de remos ou até usando suas próprias mãos e braços, apesar da irresponsabilidade dos comandantes...

...Blablablá, blablablá, blablablá, tudo isto é sabido e exaustivamente veiculado até as profundezas dos formigueiros. A questão é: Participar da situação como mero coadjuvante?

Se render e sucumbir ao que der e vier sem se envolver com os fatos? Pagar complacentemente por algo cuja dívida não lhe diz respeito direto? (???) Esperar que um alguém tome as providências para atenuar ou sanar as questões contundentemente influentes e viver sabe lá como nos meios residuais e pútridos oriundos de atitudes irresponsáveis inconsequentes de desqualificados representantes do povo?

Deixar rolar para ver como é que fica e depois viver das migalhas resultantes, sem perspectivas, sem dignidade, a mercê de possíveis e novas falcatruas? São muitas as questões que poderiam ser abordadas, no entanto, uma das questões a ser levantada, a mais importante, e a principal delas, é o quanto de atitudes reativas que cada um de nós poderia ou “poderá” ser tomada para que esta nave à deriva readquira um rumo mais seguro e adequado e chegue a “terra firme” com menores prejuízos do que os que se apresentam ou que a atual situação promete.

Todos sabem que em todas as adversidades anteriores nós sobrevivemos apesar das atitudes dos dirigentes políticos em administrar as “marolinhas”, arrotando a fartura de “seus perus” e continuando como de hábito, a nos oferecer as reles ações, restolho de vômitos arrogantes de descompromissados e impatrióticos, e que desta vez nada está prometendo ser diferente, isto está mais do que claro. No entanto, a maioria das pessoas parece estar hipnotizada e não estão reagindo à altura da necessidade, estão com rabos entre as pernas, se mantêm com as cabeças enterradas no chão, como avestruzes se esquecendo de que o resto de seu corpo está exposto e a mercê de surradores.

Não seria este o momento de se exporem mais e melhor aos veículos de comunicação, cada um com seus limites e possibilidades, para serem vistos em seus segmentos comerciais, industriais e profissionais, para mostrarem a possibilidade e uma proposta reativa possível com ofertas e sugestões viáveis a fim de deixarem de ser colaboradores da manutenção do desequilíbrio de mercado?

Quero chamar a atenção dos ainda hipnotizados que os grandes produtores, inteligentes e remadores, mesmo que com as próprias mãos e braços, e comerciantes dos bens de consumo e gêneros de necessidade para a sobrevivência em todos os segmentos, continuam expondo seus produtos e serviços às mídias até de certa forma mais agressivamente para continuarem no barco, com a esperança que a terra firme se mostre próxima rapidamente.

Tenho uma sugestão também aos consumidores, estes que ainda têm suas colocações profissionais mantidas como funcionários, pequenos e micro empresários profissionais liberais, que reflitam com relação às atitudes impulsivas que os fazem agir com comportamentos emocionais e catastrofistas dos oito ou oitocentos, que ponderem sobre sua participação no todo, remador e não derrotista...

Se em tempos mais favoráveis podia-se gastar R$ 1.000,00 e hoje este valor se mostra um tanto inadequado em virtude das circunstâncias e insegurança do mercado, não decidam por “não gastar nada”, gastem R$ 800,00 ou R$ 600,00, agindo com bom senso, gastem um pouco a menos, mas evitem participar do enxugamento financeiro do mercado tirando de giro um dinheiro que fará falta comprometendo a sobrevivência de outras pessoas que estão no mesmo barco tentando, também, às duras penas, continuar remando em busca da sobrevivência.

Não esqueçam que a retração radical e generalizada vira uma bola de neve incontrolável que, fatalmente, em um momento vai chegar a te atingir fazendo-o a se inserir entre os que, por atitudes afoitas ou precipitadas e por impulsividade, apesar de poder continuar a remar, preferiram abandonar o barco e esperar que um alguém o enxergue e o salve.

Não sei o quanto isto que escrevi poderá influenciar ou alertar as pessoas, mas acho que vale a pena pensar a respeito...

Este foi um tema um tanto diferente dos que costumo abordar em outras matérias, mas tive vontade de escrevê-lo, pois sou um “remador” nato, incentivador e persistente, participei de várias outras crises e “sobrevivi” trazendo comigo colegas e parceiros remadores, incansáveis testemunhas, que o tempo mostrou que vale a pena continuar remando, pois os resultados são compensadores...

He he he, pessoal,
continuo ligado,
até a próxima edição !!!

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Autoria

Texto de: John Caffi - Agosto 2015

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