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A derrota dos honestos

A derrota dos honestos

Depois de eu conversar com um grupo de pessoas durante uma reunião, percebi que o maior sentimento da atualidade vem sendo o sentimento da derrota dos honestos.

Honestos em suas obrigações cotidianas, pagando planos de saúde, impostos, prestações, salários, contas de água, luz, TV por assinatura, escolas, etc.

Sentimento de derrota por acreditarmos que o Brasil estava nas mãos de pessoas responsáveis pela coletividade, pelo povo brasileiro, os índios, negros, brancos, amarelos, enfim, seres humanos, que levantam todas as manhãs para irem trabalhar ou outros que chegam para o descanso por terem trabalhado a noite toda.

Sentimento de derrota por vermos professores subjugados com salários miseráveis, enquanto políticos somam valores astronômicos em suas contas bancárias em paraísos fiscais.

Muitos empresários estão fechando suas empresas, e quando podem, estão deixando o Brasil.

A classe trabalhadora cada vez mais sem empregos e com seus salários reduzidos. Os bancos e banqueiros enriquecendo as custas do povo, que é obrigado a manter uma conta corrente ou conta poupança, pois do contrário, não consegue receber o salário, ou o INSS quando se é aposentado, sem dizer que, se temos direito à restituição do imposto de renda, só nos devolvem o dinheiro se houver uma conta bancária em seu nome.

Estamos cercados em armadilhas que nos levam a trabalharmos para o governo. Raramente encontramos um assalariado que consegue guardar dinheiro. A riqueza de uma pessoa neste sistema político econômico só cresce quando fazemos prestações.

A média salarial do povo, a grosso modo, é de três salários mínimos. Arredondado, isso corresponde a algo próximo de R$ 2.700,00. Com um salário desse, não se consegue comprar à vista uma televisão ou um conjunto de sofás, ou mesmo renovar os armários da cozinha, sem fazermos prestações, sendo que, mais da metade do valor das prestações vão para os impostos e para os bancos com juros estratosféricos.

Somos escravos da ordem econômica do Brasil em pleno século XXI. Isso é escravidão, sim. Você trabalha para enriquecer o governo, os banqueiros e o sistema de saúde privado. Você e sua família estão fadados a morrerem pobres, porque se depender do governo, dos banqueiros ou dos laboratórios e planos de saúde, não há chance nenhuma nesta situação atual.

Estamos caminhando para a miséria, estão destruindo nosso país, nosso povo não tem mais recursos, nossas indústrias e empresas em geral estão acabando, hospitais públicos estão se tornando matadouros, e nosso dinheiro, enchendo os cofres de políticos corruptos, que nos últimos 20 anos, implantaram nas escolas de nossos filhos uma cultura retrógrada, limitando o conhecimento deles, que às vezes, politicamente, nem servem para distinguir o certo do errado. Cabe a nós mudarmos isso, e nós podemos.

 

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Autoria

Texto de: Alberto Sugamele - Editor - Novembro 2015

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