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Rádio perde público para a Internet

Rádio perde público para a Internet


Internet vem se consolidando como veículo de comunicação de massa



A PUC-RS divulgou, no mês de novembro de 2015, uma pesquisa realizada por eles mostrando que os jovens estão deixando de ouvir rádio. A pesquisa foi realizada em vários estados do Brasil e complementa afirmando que rádio, revista, jornal e televisão são os veículos menos utilizados pelos jovens.

De acordo com a pesquisa, 3,2% dos entrevistados escutam rádio. A região Norte é o local com maior incidência, com 4%. O Centro-Oeste e o Sudeste apresentaram os menores índices, com 2,7%. Já o Sul, ficou com 3,2% dos jovens que declararam acompanhar o rádio.

Esses resultados são uma comprovação da mudança de hábitos dessa geração.

Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), conforme divulgação no começo de 2015, 8% da população brasileira ouve o rádio pelo celular em função da criação de aplicativos que proporcionam o seu uso dando estabilização do meio de comunicação entre os jovens.

Essas pesquisas comprovam o que empresários da mídia no Brasil já constatam há algum tempo: a Internet vem cada vez mais abrangendo o público midiático, e nela temos hoje rádio, televisão, revistas e jornais, de tal forma que a circulação impressa de jornais e revistas caíram tanto que alguns veículos, até tradicionais, migraram 100% para a Internet, como por exemplo, o Jornal do Brasil, Diário do Comércio, este jornal (Jornal O Legado), sem dizer, por exemplo, das próprias rádios, como a rádio Jovem Pan que levou sabiamente todo seu conteúdo para a Internet em vários formatos (portal, rádio e TV) e sem sair das tradicionais ondas radiofônicas nos 620 Khz AM e 100.9 Khz FM (em São Paulo – Capital).

Essa transformação não ocorre só no Brasil, isso está “pipocando” em todos os países que têm acesso “democrático” à Internet. Esse processo é tão forte que a própria Internet é revisada constantemente para adaptar-se a esse fenômeno. A publicidade nos portais da Internet vem se transformando radicalmente. Hoje, se não prestarmos atenção, estaremos lendo publicidade como sendo uma notícia, ou como sendo uma reportagem. Esse processo foi recriado nos EUA, mas na realidade ele é uma adaptação moderna da chamada “matéria paga” que os jornalistas mais conservadores têm verdadeiro horror em publicar. Eu mesmo, em meu passado, trabalhei em uma tradicional editora que o jornalista editor da revista se recusou a publicar uma matéria paga a tal ponto que se demitiu do quadro de funcionários. Hoje essa prática na Internet está tornando-se normal, deixando de ser uma atitude antiética como antigamente, antes da Internet.

Cada vez mais a Internet é o meio de comunicação mais abrangente do mundo, hoje já não basta mais centralizar verbas publicitárias só no Google e no Facebook, é necessário também verticalizar a verba em portais de veículos de comunicação mais tradicionais, segmentando o produto, a verba e o público.

Um anunciante, empresário ou autônomo, precisa tornar seu negócio bem conhecido, não basta ele pensar apenas nos produtos, há também a necessidade de se pensar na fixação de sua marca ou de seu nome no mercado. De que adianta investir centenas ou até milhareis de reais na produção de um site se não divulgá-lo? É incoerente.

Há 15 anos, no ano 2000, não haviam tantos sites na web, então podíamos dizer que quem tinha um site já tinha uma divulgação eficaz, mas hoje são milhões de sites existentes e não dá mais para o internauta achar de forma fácil um site por pesquisa no Google... Por mais verticalizada que seja a pesquisa, irão aparecer milhares de endereços de tudo quanto é tipo de site. É nessa hora que empresários e autônomos precisam que o seu público os conheçam, para que o consumidor não se esqueça de algum referencial que facilite em sua web-pesquisa, seja um nome, uma marca, um telefone, um endereço ou qualquer outra referência, mas ele só terá o conhecimento dessas referências se ele já conhecer ou tiver o conhecimento através da propaganda que foi feita.

Este ano de 2015 foi um ano de muitas adaptações, por força do desgoverno político do Brasil, mas as empresas, empresários e autônomos que sobreviveram, sairão fortificados, adquiriram mais experiências socioeconômicas e proporcionarão um 2016 mais ativo, mais verticalizado e mais focado. Muitas empresas fecharam filiais, extinguiram produtos, criaram outros produtos, enfim, adaptaram-se para sobreviver e agora em 2016 será a consolidação sem depender da política desgovernada do Brasil. Estamos por nós mesmos e a propaganda aparece como uma das ferramentas de vendas mais promissoras que a classe empresarial terá em 2016, já que o quadro de funcionários está mais enxuto e as vendas são necessárias para qualquer negócio. Um dos caminhos será a Internet e com o cuidado para não se deixar “queimar” nas redes sociais achando que o sucesso dos negócios está nelas.


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Autoria

Texto de: Alberto Sugamele Editor – Dezembro 2015

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