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Radiestesia Genética desbravando fronteiras

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Entrevista exclusiva com Patrícia Bortone - fundadora da Radiestesia Genética



Jornal O Legado - Patrícia, ficamos sabendo que você está a todo vapor neste ano de 2016, e que foi recentemente para a Itália fechando uma parceria com a Sociedade Italiana de Radiestesia e Radiônica. Nos conte dessa novidade.

Patrícia Bortone – Sim, a Radiestesia Genética abriu mais uma porta e estamos avançando para o mundo! Foi um super encontro de Radiestesistas de todo o mundo, entre eles, Rússia, Canadá, Inglaterra, Itália, entre outros países. Um encontro de profissionais sérios e engajados com o tratamento global das pessoas com o objetivo de troca de experiências e aprendizado. Muito bom!

Jornal O Legado - Quais são seus objetivos com essa parceria?

Patrícia Bortone -  O objetivo principal é o intercâmbio de conhecimentos, aprendizado e reconhecimento do nosso trabalho em nível internacional. Possibilitar aos Radiestesistas Genéticos um trabalho em conjunto com outros profissionais e suas técnicas de radiestesia, que são muitas.

Jornal O Legado - Que benefícios terão seus seguidores e clientes em função da parceria com a Sociedade Italiana de Radiestesia e Radiônica?


Patrícia Bortone -  Os benefícios são muitos, pois estaremos sempre com a mente aberta trabalhando em conjunto para termos o melhor da Radiestesia! Um trabalho sério de reconhecimento da Radiestesia Genética com trabalhos em Universidades e acompanhamento de casos. Nossos clientes serão igualmente beneficiados, pois estaremos sempre com estudos e aprendizados atuais, possibilitando resultados cada vez mais satisfatórios.

Jornal O Legado - E a Sociedade Italiana de Radiestesia e Radiônica terá alguma recíproca da Radgen?

Patrícia Bortone – Sim, como eu disse anteriormente, teremos um trabalho em conjunto beneficiando tanto a ABRADGEN (Associação Brasileira de Radiestesia Genética) como a Sociedade Italiana de Radiestesia e Radiônica. A nossa parceria só faz aumentar os conhecimentos e trabalhos avançados e atualizados no campo da radiestesia.

 

Jornal O Legado - Você acredita que a radiestesia no Brasil poderá ter alguma influência nas técnicas de radiestesia depois dessa parceria italiana?

Patrícia Bortone – Aposto nisso! Precisamos entender que a evolução chega e cada vez mais rápida! Tudo muda, melhora e avança. O mais importante é que o campo da radiestesia será beneficiado com novas técnicas, que se tornam cada vez mais eficazes e simples, onde o diferencial está na pessoa treinada para atuar, desmistificando que apenas “aqueles com dons” é que podem atuar. Isto é antigo, arcaico e que tenta beneficiar poucos. Tem muito jogo de um “falso poder”, que na verdade, é inexistente e ultrapassado. Todos são radiestesistas desde que nasceram, portanto, se treinarem com organização, treino, disciplina e amor, serão os melhores Radiestesistas! Todos podem, basta querer e ter um trabalho sério por trás. É isto que estamos fazendo, embasando nossos resultados para termos uma base mais que consistente e verdadeira!

Jornal O Legado - Você está vendo na atual conjuntura uma evolução da radiestesia? Sua ida para a Itália, foi uma busca por evolução tecnológica?

Patrícia Bortone -  Sim, fui buscar evolução para a Radiestesia Genética. Quando atuo penso em melhoria para todos, facilitar trabalhos e alcançar excelentes resultados. Trabalho para um todo, trabalho para que todos possam aprender e evoluir. A tecnologia “mental” é o meu foco. O treinamento e a evolução de mentes que alcançam cada vez mais longe. O ser humano é a parte mais importante de toda esta tecnologia, somos nós que podemos avançar e se tivermos instrumentos simples e eficazes beneficiaremos cada vez mais a população.

Jornal O Legado - Basicamente qual a diferença entre a Radiestesia e a Radiestesia Genética?

Patrícia Bortone -  A Radiestesia Genética utiliza o instrumento radiestesia para detectar os problemas e tratar. Segundo pesquisas, a nossa Técnica da RadGen é a única organizada desta maneira, onde temos as possíveis origens de doenças e também  os tratamentos através de gráficos próprios da mesma. Contratamos um matemático para analisar o numero de possibilidades e combinações, mas não ficamos surpresos com a resposta que foi a seguinte: “a Radiestesia Genética tem possibilidades infinitas, sendo inviável e impossível querer coloca-la em qualquer aparelho de radiônica” Não é o máximo?  Isto se deve ao alcance da própria técnica e também ao alcance de cada mente que atua com a mesma. Possibilidades infinitas....

Jornal O Legado - Você não acha que o baixo consumo dos serviços de radiestesia e radiônica deve-se ao fato da baixa credibilidade por parte dos consumidores? Não caberia uma divulgação mais maciça por parte dos radiestesistas e até uma união de forças da classe profissional?

Patrícia Bortone – O nosso público continua fiel e em massa, portanto, não podemos falar que temos um baixo consumo, pois a nossa credibilidade é grande. As pessoas sentem os resultados e desfrutam deles. Acho que infelizmente existe um isolamento de um grupo tradicional, que não se rende aos nossos resultados, uma pena. Eu como criadora da Radiestesia Genética sempre quis uma união de forças, aliás, de todas as forças, para que o nosso objetivo de melhorar as pessoas fosse conseguido. O objetivo da RadGen é o ser humano melhorar e evoluir, não temos outra visão que não seja o global. Estamos aqui sempre abertos a união, sempre!

Jornal O Legado - Conte-nos sobre seu antepassado Radiestesista.

Patrícia Bortone - Foi uma surpresa maravilhosa! Eu estava pesquisando os Radiestesistas antigos na internet quando me deparo com uma foto de um radiestesista que se parecia muito com meu pai, e qual não foi minha surpresa e satisfação quando li seu nome? Padre Dr. Fernando Bortone. - Médico, padre e radiestesista! Ministrava aulas para os médicos na Itália e trabalhava com a Radiestesia para diagnósticos.

Diante disto conversei com muitas pessoas na Itália que me disseram que ele foi um grande profissional e muito estimado lá. Amei!!!!

Fui muito bem recebida na Itália já por conta deste meu tio-avô e quando conheceram a minha Radiestesia Genética fechamos com chave de ouro!

Agora sei que tenho a “Radiestesia no sangue”!


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Autoria

Texto de: Jornal O Legado - Maio 2016

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