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A geobiologia na prática - parte 2 - final

A geobiologia na prática - parte 2 - final


Praticam-se hoje no Brasil e no mundo três tipos diferentes de geobiologia:


1. A Geobiologia acadêmica, relacionada com a higiene ambiental e com o que hoje se denomina Síndrome do Edifício Doente. Sua atenção é voltada para a qualidade do ar, a correta administração das emissões eletromagnéticas, para a qualidade da iluminação, para a escolha adequada dos materiais de construção e para o impacto ambiental resultante da mesma. Conjunto de protocolos seguido por arquitetos e engenheiros.


2. A Geobiologia esotérica, que contempla alguns aspectos ecológicos e de impacto ambiental, mas que contém uma forte visão sobre o mundo oculto, esotérico, aqueles das forças elementares da natureza. É o mundo das fadas, dos devas, dos espíritos.
Ainda neste grupo encontramos os defensores da chamada Geometria Sagrada, da Arquitetuta Sagrada, cujo diapasão é o Número Áureo, o qual serve de medida reguladora para o edifício. Consideramos está opção uma interpretação errada das técnicas construtivas dos “Francs Maçons”, os construtores das catedrais góticas na Europa. O resultado é um edifício esteticamente equilibrado, de uma harmonia sutil, mas que vibra em “Magia”. Como sempre aconteceu em algum tempo surgirá outro modismo (febre) e tudo isto será abandonado em prol do novo. Bom para o equilíbrio ambiental (desequilíbrio).


3. A Geobiologia Solar, que contempla alguns dos aspectos relacionados acima, mas que é regida pela aplicação da chamada Triade Vitruviana (firmitas, utilitas, venustas) hoje acrescida do novo princípio (navitas ou buono navitas)* e ainda pelas três fórmulas aplicadas pelos “Francs Maçons” (os arquitetos medievais) nas construções clássicas que resultaram nos chamados Templos Solares.
* Conceito acrescido por A. Rodrigues

A Geobiologia Solar propõe a construção do edifício solar, aquele que se beneficia dos ritmos vibratórios cósmicos e telúricos e que promove uma adequada interação entre o edifício, aquele que o habita e a natureza em seu entorno. Mais informações em meu livro Geobiologia – Uma Arquitetura para o Século XXI.

Desencanando da Geobiologia

A Radiestesia e cia. são ilhas de subjetividade.


Geobiologia e Radiestesia são duas disciplinas diferentes, onde a primeira usa o instrumental e protocolos da segunda, - só.


A Geobiologia apossou-se da Radiestesia e deixou-se contaminar por esta.
Ao contrário do que muitos desejam, acreditam e defendem, a maioria dos desequilíbrios detectáveis na geobiologia não são passíveis de uma correção ou eliminação. Aqui os adeptos esbarram em um conjunto de fatores próprios da impossibilidade de domar a natureza.


A Geobiologia nasceu da constatação de que certos padrões vibracionais ambientais em espaços abertos ou fechados podem ser lesivos à saúde física e psicológica de seus habitantes. A história é uma cópia Xerox com dois pesquisadores médicos de profissão: Jean Picard, francês e Ernst Hartmann, alemão. Os dois (separadamente) tiveram um grupo de pacientes vítimas das mesmas moléstias, morando no mesmo agrupamento de residências. A constatação surpreendente os levou a pesquisar os locais das moradias, procurando uma lógica para os eventos. Assim foi que encontraram desequilíbrios geológicos nos locais. – A partir daí continuaram as pesquisas o que deu origem à geobiologia.


(Sei que houve pesquisadores anteriores como Peyrét e Alfredo Ernesto Becker (brasileiro), (maravilhoso), mas é uma outra história).


Vamos relacionar os desequilíbrios em tipos:


1 – Desequilíbrios geológicos
2 – Desequilíbrios da construção
3 – Desequilíbrios ambientais


1 – Correntes de água ou lençol freático, radioatividade, falhas, descontinuidades geológicas, geomagnetismo, composição do terreno.


Para este grupo não existe correção funcional.


2 – Para as desarmonias mais graves torna-se necessário intervir na construção, e aí temos dois problemas: primeiro, encontrar um arquiteto / engenheiro com conhecimentos de geobiologia e radiestesia. Segundo, normalmente o proprietário não aceita uma nova obra e o investimento necessário, vê com desconfiança as propostas, - gato escaldado!
Paliativos radiestésicos por não alcançarem a massa crítica (entre outras razões) não funcionam, e quando funcionam é por um pequeno período. Os interceptores tridimensionais podem funcionar mas agem hipoteticamente sobre uma harmônica do evento, não sobre a fundamental.


3 – Dependendo da origem alguns destes distúrbios podem ser tratados, sobretudo os psíquicos e metafísicos. Contudo atenção às mandracarias radiestésicas (gráficos adesivos colados em profusão nas paredes e sob os colchões), tratamentos com mesas radiônicas, e colunas búdicas no meio da sala. Mais uma vez é praticamente impossível encontrar um profissional que não pareça ter feito curso com o Renato Aragão.


Para encerrar com chave de ouro. Um Pai Nosso rezado no meio da sala de estar reequilibrará todas as energias repondo o fluxo a 320°, não é uma solução duradora, funciona por apenas alguns minutos, mas não deixa de ser emocionante. Dá vontade de ter um monge budista com um moinho de orações (foto), rodando o dia inteiro. Amansaria a sogra e as crianças não teriam mais pesadelos.


A tempo, a maioria dos pesquisadores não seguem protocolos com padrões corretamente tabulados, fazendo análises no atacado, tratando o que não está presente e demonstrando com o pêndulo fiel escudeiro o resultado positivo do que foi realizado.


As denominações da radiestesia também não ajudam em nada a identificar os fenômenos em análise.


Fase elétrica e magnética e eletromagnética, na realidade nada têm a ver com eletricidade e magnetismo, qualquer que seja. É só um nome, ora bolas!


As doze cores do espectro de ondas de forma, as ondas de forma não são cromáticas, trata-se de uma denominação atribuída por Enel por estar em consonância com um sistema bem conhecido e racional que é o luminoso. Especialmente o V-, que não é verde e menos ainda negativo, denominação infelizmente adotada por estar em oposição à primeira “cor” encontrada o Verde positivo que não é nem positivo, nem negativo, nem neutro, medindo ondas que não são ondas por não haver frequências, mas que no entanto estabelecem harmônicas, (mistérios insondáveis). Tem polaridades positiva e negativa. O neófito quando ouve polaridade negativa já se benze. Precisamos de cuidados redobrados colocando calmamente um pé na frente do outro. Assim mesmo tropeçaremos. Ora bolas!
Mas António é só problemas?


- Foi assim que a natureza fez as coisas, se fosse fácil não teria graça.


Neste enredado de dados e contradições se tiverem dúvidas me perguntem, tentarei esclarecer. Parafraseando a Tábua da Esmeralda lhes digo: o que lhes disse sobre o tema é verdade, sem mentira, certo e muito verdadeiro.

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Autoria

Texto colaboração de Antonio Rodrigues - Escritor, autor de múltiplos trabalhos no âmbito da radiestesia - casadaradiestesia@gmail.com

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