Corpo e Mente
O resgate da compaixão

O resgate da compaixão



Nada me impressiona mais, e me entristece profundamente do que assistir na TV ou ver nas revistas e jornais, cenas que ilustram a “fome” espalhada em várias regiões do nosso planeta, e bastante atual também no nosso Brasil. Alguns povos, espalhados pelo mundo, parecem sofrer ainda mais o terror desta situação, e as cenas que assistimos em países africanos como a Somália e o Sudão, são realmente assustadoras.


Este adjetivo “assustador” tem a ver também com a situação dos nossos sentimentos, da nossa sensibilidade nos dias atuais em que uma grande maioria de pessoas simplesmente sequer consegue se emocionar com imagens como estas. Provavelmente pensam, ou mesmo se consolam, com conclusões do tipo “nada posso mesmo fazer por estas pessoas, é melhor nem me envolver emocionalmente”. Na verdade, sempre podemos fazer algo, conforme já contei aqui para vocês quando levei livros bons e úteis para os detentos de uma prisão.


Sim, sempre podemos fazer algo. Por exemplo, amenizar a fome de pessoas que sofrem este flagelo e que moram mais próximos de nós, é possível chegar até elas, levando cestas básicas, alimentos, remédios, se necessário. E acima de tudo, sentir compaixão por estas pessoas. E transformar este nosso sentimento, em uma vibração amorosa, com emoções de confiança e fé no poder da prece, no poder infinito da Misericórdia Divina.


Nossas orações tem um grande poder, de consolar, amenizar e até mesmo resolver, ainda que temporariamente uma situação desesperadora. O mais importante é que a fé seja autêntica, assim como o desejo de ajudar, de socorrer, de abrir um caminho para que estas pessoas possam ser auxiliadas nas suas mais básicas necessidades. Como nos pedem os Mestres Ascensos, para viver e praticar: Amor, Bondade, Compaixão.


Eu realmente me comovo, e as lágrimas às vezes escorrem de meus olhos quando vejo bebês no colo, esquálidos, sem força sequer para chorar. Como um dia destes vi um destes bebezinhos num jornal da TV. Ele mal conseguia se mover, tal era o estado de desnutrição, nem mesmo chorar, ou gritar de fome. Mas uma lágrima, apenas uma, escoria de seus olhos assustados, sem conseguir entender o que estava acontecendo com ele, com sua mãe, com sua própria vida! Meu Deus, será mesmo possível, que uma grande maioria de pessoas não se emocione, com isto?


Vamos refletir um pouco sobre esta dramática situação do mundo moderno. E se for o caso de resolver ajudar de alguma forma, uma opção é pelos Médicos sem Fronteiras, me parece ideal - www.msf.org.com.br – inclusive, eu, colaboro com eles mensalmente com 30 reais por mês. Fico muito aflita por isto e aguardo o momento de realmente poder ajudar muito mais. Enquanto isto, as orações não podem faltar. Aquele bebezinho, que sequer conseguia chorar, e dos seus olhos assustados e desesperado uma única lágrima escorria.... Afinal poderia ser um neto meu, ou poderia ter sido um filho. Isto não aconteceu, não nesta vida atual, Graças a Deus.


Acredito, para ser franca aqui com vocês, que pode ter acontecido em alguma vida passada. Digo isto pelo fato concreto de me emocionar tanto assim com estas imagens dolorosas que invadem as nossas vidas todos os dias. Pense nisto, e principalmente, deixe seu coração falar, sentir, e lhe enviar o recado ideal. Que sua alma consiga ouvir e você consiga então entender o mais rápido possível, o que realmente pode fazer para amenizar esta tragédia.

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Autoria

Texto de: Juliana Bueno - escritora e jornalista, especialista em temas espiritualistas/comportamentais. Seus mais recentes livros são: “Dores Ocultas” e “Passageiros da Nave Terra” (Besouro Box). Maio 2017

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