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A importância do desabafo

A importância do desabafo


Psicólogo fala sobre a manutenção da saúde mental



De acordo com uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde, a OMS, aproximadamente 121 milhões de pessoas estão depressivas no Brasil. Esses números colocam o país como líder no ranking de população depressiva entre outros 18 países, segundo a um estudo publicado pela revista BMC Medicine. Dessa estatística, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indica que 20% sejam adolescentes entre 11 e 19 anos.

Pensando nisso, o psicólogo João Alexandre Borba acredita que a manutenção da saúde mental do ser humano possa ser realizada de várias formas. Entre elas, o desabafo, a execução de atividades e ajuda de um profissional.

O poder do desabafo

 “Desabafar em um momento de crise pode acalmar demais a mente. A pessoa que guarda muito os problemas para si, pode ocasionar um desgaste mental e desencadear doenças, como a depressão muitas vezes”, afirma o profissional.


Diante de uma crise, como desemprego, morte de um ente da família ou uma grande perda, a facilidade com que se atinge a depressão é muito maior nesse período. Segundo o psicólogo, “a crise deixa as pessoas muito vulneráveis, fazendo com que elas percam a esperança. Nem sempre as pessoas têm condições de ir a um psicólogo, mas podem desabafar com um amigo ou para algum conhecido, já ajuda a melhorar”.

Realize atividades que movimentem a rotina

Para manter uma boa saúde mental é importante que a pessoa execute tarefas durante o dia que a levem a produzir, seja para um resultado simples ou mais complicado. “Em momentos de crise algumas pessoas param e esperam que essa crise passe, mas é importante estar em movimento. Em caso de desemprego, por exemplo, mandar currículos para empresas que estejam contratando; prospectar mais, se caso a empresa esteja perdendo o cliente e procurar clientes, maneiras de que eles venham até a empresa”, indica Borba.


Dessa forma, as pessoas que se encontrarem em situações de crise emocional podem procurar ajuda em casa, com a família, os amigos ou, se houver condições, o atendimento psicológico pode auxiliar nesta questão.

Fonte: João Alexandre Borba - Co-CEO do Instituto Internacional Japonês de Coaching e Psicólogo - joao.alexandre@live.com

 

 


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Texto de: Toda Comunicação – Novembro 2017

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