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 Hatha Yóga e dicas de alimentação saudável

Hatha Yóga e dicas de alimentação saudável

Hatha Yóga Clássico XXXVII




No capítulo anterior a este, abordamos alguns conceitos e também estruturas de práticas pouco conhecidos ou mesmo divulgados na atualidade. O primeiro ponto relevante foi sobre a Consciência e a Inconsciência e o que significa o conhecimento sobre ambas. Abordamos também o significado mais profundo do Eu - Aham - e do Ego Ahamkara - e como a ilusão faz com que as pessoas se apeguem ao Ego, perdendo totalmente a consciência sobre o que é o Eu, sua mais profunda importância e seu derradeiro significado. E como todo este processo contemporâneo de Ilusão - Maya - faz com que as pessoas se afastem gradualmente da realidade e passem a trilhar um caminho de egoísmo, vaidade e futilidade sem fim.


Abordamos também, tanto do ponto de vista sutil quanto do ponto de vista material, o chamado “Caminho das Práticas” do Hatha Yóga, conhecido como Darshana, e a partir do mesmo, o desenvolvimento do plano sutil para o material da potencialização de três formas de energias - que lá descrevemos - chamadas Ojas, Rajas e Tejas. E como as mesmas, quando potencializadas nas nossas vidas e no nosso dia-a-dia, podem significar de forma concreta e objetiva, tanto para o nosso crescimento pessoal, para o nosso autoconhecimento, para o nosso desenvolvimento interior e para o nosso crescimento material. Todavia, a partir do período em que assimilamos e interiorizamos todo este profundo conhecimento, é necessário também lidarmos objetivamente com outros aspectos da realidade. E um deles, da mais relevante importância, é o tipo e a qualidade de alimentos que ingerimos.

O conhecimento como uma via para a felicidade

O conhecimento é uma das obras primas da natureza. É o bem máximo que um indivíduo pode auferir e utilizar com - pseudo - livre arbítrio. Muito embora, o termo livre arbítrio a cada década, torne-se mais e mais duvidoso, já que a própria fonte do conhecimento - a informação- vem sendo manipulada, alterada e distorcida premeditadamente nos últimos tempos.


Mesmo assim, há uma luta silenciosa, sendo travada para que tanto a informação quanto o conhecimento genuíno, sejam preservados, tal qual outros tesouros que poderão transformar para muito melhor, o futuro muito distante. Ainda que a pobreza e a miséria de espirito, rondem sombriamente a atual geração.

A alimentação como um ponto de partida

A este respeito vamos analisar uma questão chave para a consciência, o bem-estar e a saúde da coletividade, qual seja a alimentação. A alimentação, um dos elementos centrais, que embora represente uma dádiva divina, aos poucos, por interesses meramente comerciais de grandes corporações, em diversos aspectos, vem sendo transformada em algo venenoso e cancerígeno para a sociedade no seu conjunto global.


A criação de novas “técnicas ou produtos” não testados cientificamente por longos - e necessários - períodos, podem acarretar pragas poderosas ou mesmo, até doenças novas graves e desconhecidas nas pessoas. Porém, como o poder do dinheiro, fala mais alto que o poder da ciência e das pesquisas, cabe a nós, buscarmos nos preservar, quando bem informados, contra aquilo que ainda não conhecemos e que efetivamente - sob o rótulo de alimentos - pode nos causar doenças e danos.



No Hatha Yóga, alimentar-se bem é uma questão de qualidade e não de quantidade


A este respeito, para o Hatha Yóga, um dos princípios que deve nortear nosso regime ou nossa dieta alimentar é: - Alimentar-se bem é uma questão de qualidade e não de quantidade. Assim, seja um praticante ou mesmo um principiante, mesmo que não adote uma dieta integral, orgânica, vegetariana ou vegana, pode, lentamente, começar a substituir os venenosos alimentos industrializados aos quais possa estar acostumado, por outros menos manipulados ou adulterados quimicamente.


O fato - por exemplo - de se iniciar práticas de Hatha Yóga, não obriga nem implica uma mudança do regime alimentar. A não ser em casos especiais ou necessários, a alimentação pode continuar sendo a mesma. O que ocorre, frequentemente, é que a própria pessoa que entra em contato com as práticas, naturalmente, sente interesse em conhecer uma alimentação mais sadia, equilibrada, balanceada, saudável e nutritiva.


E então, dentro das suas possibilidades e também necessidades, procura ou pesquisa dados, informações e novas bases para uma alimentação mais rica em vitaminas, minerais, cálcio, ferro, aminoácidos, proteínas verdadeiras, enzimas e outros componentes fundamentais para a saúde.


Dentro destes conceitos e, sem entrarmos no mérito de cada caso ou mesmo em razões pessoais, damos aqui, algumas informações e esclarecimentos que, em muito ajudarão o praticante e facilitarão o seu desenvolvimento pessoal. Pois, repetimos, alimentar-se bem é uma questão de qualidade e não de quantidade.

Sobre produtos e alimentos saudáveis

Alguns produtos e alimentos que consumimos, normalmente são de fácil substituição e agradando ao paladar e ao sabor.  Entre estes, vamos relacionar aqueles que podem ser encontrados facilmente nos locais de vendas normais, por exemplo:


1) O venenoso açúcar branco comum, industrializado, pode e deve ser substituído pela estévia, pelo mascavo, pelo malte, pelo demerara, pelo mascavinho ou pelo cristal.


2) O venenoso sal branco comum, industrializado, pode e deve ser substituído pelo sal marinho moído ou pelo sal do himalaya, ou por uma mistura de ervas ou mesmo pela massala, ou por outras especiarias.


3) O café industrializado, em geral contendo misturas estranhas, pode ser substituído pelo café de cevada ou por chás naturais, que são facilmente encontrados em inúmeros locais.


4) O vinagre comum é saudável, porém periodicamente, pode ser substituído pelo limão, pelo vinagre de arroz, pelo vinagre de maçã ou mesmo pelo balsâmico.


5) Os refrigerantes venenosos a base de cola e com altos teores de gases tóxicos, que desarranjam profundamente o estômago e o intestino, podem ser facilmente substituídos pelos sucos naturais, encontrados em abundância em inúmeros lugares ou mesmo sendo feitos em casa, com base nas frutas da estação, sempre adequadas ao paladar e ao gosto de cada um.


6) As massas e pizzas brancas, de difícil assimilação e digestão pelo organismo, e que travam os intestinos, podem e devem ser substituídas pelas massas e pizzas integrais, pelas verdes ou pelas veganas, que são saudáveis e não engordam. Que pelo contrário, mantém a silhueta das pessoas afinadas e esguias.


7) Os pães brancos, feitos de farinha branca refinada, que travam o estomago, podem ser facilmente substituídos pelos pães preto, de centeio, integral, vegano e outros, já que todos estes auxiliam na boa digestão e ajudam tanto no trabalho de quebra de enzimas do aparelho digestivo, quanto no trabalho de transformação da linfa, do sangue e também de eliminação de resíduos por parte dos intestinos.


8) Outros tipos de alimentos saudáveis que já se encontram em abundância no mercado saudável, são os orgânicos e os veganos. E ao contrário do que a indústria de alimentos tóxicos tenta passar à sociedade, não são caros, sendo que muitas vezes, são mais baratos que os alimentos industrializados. Por que? Simples assim, pois não são industrializados, são processados. Daí os veganos e orgânicos terem um custo mais baixo e mais acessível para a sociedade, que os “alimentos” industrializados.

Pré Conclusão

Esta abordagem acima, é só uma visão simples sobre saúde e bem estar, é só uma pequena proposta para quem quer começar a ter mais saúde e mais qualidade de vida. E só mais uma percepção por mudança de consciências e pela busca de um mundo e de uma vida mais saudável, mais leve, mais feliz e mais harmoniosa. Todavia, cabe a cada um definir pelo que lhe vale a pena, pelo que lhe pode ser bom, pelo que lhe pode trazer mudanças verdadeiras e significativas!

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Autoria

Texto colaboração de Claudio Duarte - Doutor em Yóga, Delhi/Índia - Fundador da Universidade Aberta de Yóga - Unesco member / PACY member - (11) 3288-8860 - Jornal O Legado - Julho 2018

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