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2019 – O Ano Ji Hai

2019 – O Ano Ji Hai

2019 – O Ano Ji Hai (Javali de Terra Yin)

 

 

            Abordar sobre o que esperar do ano é uma tarefa árdua e meio contraditória, ao menos para o autor que vos escreve. Árdua porque alinhar informações que se julga pertinente compartilhar com as expectativas dos leitores a respeito de um “querer saber antecipado” é algo complexo, como a esperança de uma história nova a ser destrinchada frente a um quadro branco repleto de dicas a serem seguidas, o que pode se tornar uma busca de fato desalentadora ao curioso de passagem que almeja apenas mensagens de motivação e harmonia, soluções rápidas e práticas, mas que recebe de acréscimo uma “maljeitosa” pitada de provocações tortas. Sobre contradição falamos depois. De qualquer maneira, fomos avisados dos incômodos.

            No artigo de doze meses atrás, um problema crônico foi levantado, sobre como o tal zodíaco chinês, ao passar pelo crivo ocidental (e nacional) vem mudando a fórceps os sutis conceitos dos 12 Animais (os chamados Di Zhi – Ramos Terrestres), o que traz equívocos consideráveis de interpretação. Há uma complicação oriunda da adaptação de uma linguagem ideográfica para o sentido latino: além de muitos dos ideogramas desse estudo não representarem o nome do animal em questão (tal associação foi desenvolvida posteriormente), alguns deles tiveram uma tradução inadequada (já entre as línguas ocidentais) para o português, que culminou numa distorção de conceitos que reverbera até hoje. Três exemplos referenciais: Ramo II-Chou (Búfalo), geralmente traduzido com Boi, Ramo VIII-Wei (Cabra), referenciado como Carneiro e Ramo XII-Hai (Javali), indicado como Porco. Mesmo que haja similaridades, em literaturas ocidentais sobre o tema encontra-se uma interpretação poética deveras zoomórfica distante da proposta original, o que modifica muito os fundamentos da teoria, por vezes suavizando excessivamente as características de alguns desses ramos (seja pelo apelo estético ou cultural), ora trazendo divergências conceituais bizarras. Aprofundando-se nessa incoerência, cita-se o animal regente de 2018, o Ramo XI-Xu. Mesmo que não ocorra aqui uma imprecisão dos termos ancestrais para a língua lusitana, o equívoco parece ser mais estrutural, um esgarçamento conceitual pelo status que esse animal alçou na contemporaneidade ocidental e a nossa projeção emocional em direção ao dito cujo, que vão desde “o melhor amigo do homem” até “fiel e amoroso escudeiro, um membro da família”. Desde então, características como lealdade, confiança, fidelidade, reconhecimento dos valores familiares e generosidade são associados a esse ramo, esquecendo-se a diferença de costumes, tradições e fundamentos metafísicos entre ocidente e oriente, o que levou a leituras distorcidas do Cachorro de Terra Yang como sendo um ano de amizades (e não polarização), união (nem separação nem muros), busca harmônica de parâmetros referenciais (e não moralismo destrutivo) e sociedade se firmando como um corpo em uníssono (e nunca movimentos alienados de “homens de bem contra pessoas do mal”). Assim, recomenda-se sempre buscar uma revisão sobre esses temas com mais serenidade, neutralidade e diminuição da afirmação sobre a sacralização amorosa canina e agora, suína (que venha 2019!), como sendo algo originário “da verdadeira” Astrologia Chinesa Ancestral.

            A despeito da problemática dos conceitos e traduções, os 12 Di Zhi na terminologia técnica significam muito pouco em si mesmos, pois apenas resumem códigos ancestrais mais complexos. Em outras palavras, foram dados os nomes de 11 animais cotidianos e 1 mitológico apenas como representação simbólica de condições específicas do Qi na Terra, para facilitar o entendimento da população em geral sobre a noção de tempo, ciclo e uso dos calendários. Em suma, a figura dos animais são apenas singelos embrulhos que identificam os conteúdos das caixas de sabedoria oriental. Conhecendo-as profundamente, não é mais necessário referenciá-las (e reverenciá-las) como um zodíaco, pois estas são muito pouco disto, na verdade.

 

Relembrando a Questão dos Calendários e os Tipos de Abordagem

 

            Na China, existem duas maneiras tradicionais de se observar o ano energético:

  • Calendário Lunar: sistema ancestral, é muito utilizado para comemorações populares. Baseia-se na contagem de dias entre duas luas novas. Por esse sistema, o início do ano pode se dar entre janeiro e março, exatamente na segunda lua após o solstício de inverno. Muito utilizado nos sistemas cosmológicos simplificados, como o zodíaco dos animais (que utiliza somente o ano) e a técnica Yue Shu Ming Li (Numerologia Chinesa), bem como no complexo Zi Wei Dou Shu (Astrologia Polar);
  • Calendário Solar: desenvolvido por monges taoístas que possuíam grande conhecimento astronômico. Relaciona-se ao momento exato em que a energia Yin da Terra se transforma em Yang, ou seja, entre o solstício de inverno e o equinócio de primavera. É considerado muito mais preciso do que o calendário lunar, sendo utilizado nos meios de estudo da metafísica chinesa que requerem uma melhor acuidade, como no Jiu Gong Ming Li (9 Constelações) e no Zi Ping Ba Zi (4 Pilares do Destino). Por esse sistema, o início do ano sempre ocorre nos dias 3 ou 4 de fevereiro;

 

            No ano de 2019, o ano novo chinês, considerando-se a longitude 45º (Brasil), será no dia 04 de fevereiro, tanto pelo calendário solar quanto lunar (curioso, pois é rara essa repetição). Mesmo sendo muitas vezes uma afinidade do estudioso considerar uma ou outra data, considero particularmente a primeira opção (visão solar) a mais coerente para a maioria dos estudos técnicos, tanto de Feng Shui Tradicional quanto de Cosmologia Chinesa.

            O tempo chinês é considerado de maneira cíclica, em padrões de constatação pontual (hora, dia, mês e ano) e global (ciclos de 9, 10, 12, 20, 60 e 180 anos, por exemplo, dependendo da metodologia utilizada). Existem dois tipos de linguagem utilizadas, sendo a primeira numerológica (baseada no Luo Shu – Quadrado Mágico), em que, no nosso estudo particular, inserimo-nos num momento de 20 anos (2004-2024) regido pelas características do que se chama de Estrela 8 e, especificamente, num ano que será influenciado também número 8 (outra repetição interessante).

            Já a segunda abordagem se refere à dinâmica do Wu Xing (5 Transformações do Qi ou 5 Elementos) sob a ótica das polaridades do Tai Ji Zun, o que possibilitaria dez códigos interpretativos (Madeira Yang e Yin, Fogo Yang e Yin, Terra Yang e Yin, Metal Yang e Yin, e Água Yang e Yin), podendo ser resumidas, figurativamente, conforme a tabela.

 

Wu Xing

Madeira

Fogo

Terra

Metal (Ouro)

Água

Palavras chave

Movimento

Ação

Expressão

Segurança

Manifestação

Organização

Comunicação

Profundidade

Características Yin-Yang

Yang

Criatividade

Renovação

Imagem

Vitalidade

Infraestrutura Paradigmas

Ação planejada

Interpessoal

Imagem Poética

Uma Árvore Frondosa

O Sol

Uma Montanha

Uma Espada

O Rio

Yin

Cura

Delicadeza

Insight

Intuição

Base Interna

Manutenção emocional

Estratégia

Sedução

Intrapessoal

Sensibilidade

Inspiração

Imagem Poética

A Flor

A Erva

A Vela

O Vaso

As Joias

As Moedas

A Chuva

 

            As estruturas essenciais constroem o que se chama, arquetipicamente, de:

 

  • Tronco Celeste (Tempo no Céu): baseia-se nos 10 padrões puros citados;
  • Ramo Terrestre (Tempo na Terra): baseia-se também na infraestrutura do Wu Xing, mas considera uma distribuição complexa dos padrões acima em 12 aspectos de influência, em que há uma dinâmica na composição dos elementos. Como mencionado anteriormente, para facilitar o entendimento, cada um desses perfis complexos recebeu uma associação figurativa tardia com animais, na ordem: Rato, Búfalo, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cachorro e Javali;

 

 

 

Troncos Celestes

Ramos Terrestres

Elementos Intrínsecos

1. Madeira Yang (Ma+)

I. Rato

Água Yin

2. Madeira Yin (Ma-)

II. Búfalo

Terra Yin / Água Yin / Metal Yin

3. Fogo Yang (F+)

III. Tigre

Madeira Yang / Fogo Yang / Terra Yang

4. Fogo Yin (F-)

IV. Coelho

Madeira Yin

5. Terra Yang (T+)

V. Dragão

Terra Yang / Madeira Yin / Água Yin

6. Terra Yin (T-)

VI. Serpente

Fogo Yang / Metal Yang / Terra Yang

7. Metal Yang (Me+)

VII. Cavalo

Fogo Yin / Terra Yin

8. Metal Yin (Me-)

VIII. Cabra

Terra Yin / Fogo Yin / Madeira Yin

9. Água Yang (A+)

IX. Macaco

Metal Yang / Água Yang / Terra Yang

10. Água (A-)

X. Galo

Metal Yin

 

XI. Cachorro

Terra Yang / Metal Yin / Fogo Yin

 

XII. Javali

Água Yang / Madeira Yang

 

            Perceba então de onde nasceu uma das maiores distorções interpretativas dos estudos astrológicos chineses: com o tempo, e sobretudo ao chegar em terra ocidentais, o que era apenas um facilitador interpretativo se tornou um estranho estudo zoomórfico, com casos em que o significado original dos elementos foi modificado pelo “achismo” do que o respectivo animal representante poderia significar. Desta feita, mesmo que se achem na história ancestral chinesa mitologias sobre a lealdade canina como símbolos de um bem-viver, um ano de Cachorro, por exemplo, não será bom ou inspirador por lembrar o seu querido animal de estimação, mas pelo sutil e difícil estudo dos elementos que o compõe (Terra Yang, Metal Yin e Fogo Yin).

            A união entre Tronco (em número de 10) e Ramo (em 12 possibilidades) resulta em 60 Arranjos “Céu+Terra” denominados de Binômios, sendo este último um pré-requisito para se iniciar qualquer análise (perceba que muitos livros sobre tema apenas focam nas explicações do zodíaco chinês, o que é de uma generalização perigosa). Assim, com essa configuração, cada animal (que já é constituído por determinados elementos intrínsecos) recebe também uma “regência celestial”, podendo, portanto, pode ser de cinco tipos: Madeira, Fogo, Terra, Metal ou Água (todos Yin ou Yang, dependendo da polaridade do Binômio associado).

 

Processo Analítico e Desmistificação

 

            O ano passado foi regido pela Estrela 9 e binômio Cachorro de Terra Yang. Como esse animal teve os elementos Terra Yang, Metal Yin e Fogo Yin como composição, tivemos a seguinte simbologia:

 

Binômio - 2018

Significados simbólicos dos elementos

Significados simbólicos da Estrela 9

Terra Yang

Foco em segurança, regras, dogmas, pragmatismo

Aspectos explícitos

Aspectos implícitos

Cachorro

------------------

Celebrações, iluminação, foco na imagem e performance. Expressão, reatividade, altos e baixos na vitalidade, explosões.

Liderança, necessidade de diretriz e controle, fechamento, ordenação.

TerraYang

Foco em segurança, regras, dogmas, pragmatismo

Metal Yin

Valor e prioridades, autoanálise e perspectiva pessoal

Fogo Yin

Fé, identidade, religiosidade, buscas referenciais

 

 

 

            Sinto que não será preciso explanar muito mais sobre as ocorrências e situações no mundo e no Brasil no ano passado, já que, como tendemos a ser muito previsíveis e repetitivos em comportamento (sobretudo em momentos de pouca lucidez social), os símbolos reforçaram apenas as tendências arquetípicas sugeridas. Mas o lamento dos lamentos se insere no meio da mistura: parece que mostramos, na praxis, as piores e mais destrutivas linhas de manifestação possíveis (ao menos em território nacional), o que me faz supor um certo “otimismo ambivalente” ou “pessimismo resguardado”, sobretudo no próximo Período (o 9, já que se teve um pequeno – e nocivo - ensaio deste, em 2018).

            Esse ano, a partir de 4 de fevereiro, a regência será da Estrela 8 e do binômio Javali de Terra Yin. Como esse animal teve os elementos Água Yang e Madeira Yang como composição, tem-se as seguintes simbologias:

 

Binômio - 2019

Significados simbólicos dos elementos

Significados simbólicos da Estrela 8

Terra Yin

Foco em segurança emocional, união em condições conhecidas e referenciais (família, tradição, etc)

Aspectos explícitos

Aspectos implícitos

Javali

------------------

Segurança, base, reflexão, fundamentação, profundidade teórica e meditativa. Resguardo, conservadorismo.

Ansiedade, explosões emocionais, inquietação, reatividade e choques.

Água Yang

Necessidade de expressão, comunicação pró ativa

Madeira Yang

Movimento, criatividade, novos caminhos e necessidades, expansão

 

            Parece-me interessante analisar tal disposição da seguinte maneira: se há, pelos anseios, carências e receios do comportamento coletivo e particular, tendências que se encaixem no arquétipo do momento (quase que atendendo o sentido de Zeitgeist), o espirito intrínseco que reflete o modus operandi do homem pode ser visto pelos códigos em questão. Assim, algumas tendências possíveis para 2019, pelo viés do autor:

 

  • Esperança de harmonia focada em hábitos conhecidos (família, ritos religiosos e tradicionalistas, etc);
  • Espiritualidade direcionada pelo ímpeto religioso, devocional ou sistêmico;
  • Meios criativos, sensíveis e focados na liberdade de expressão sendo controlados (ou subjugados) por fundamentos morais, como os jargões dos bons costumes e segurança;
  • Busca por caminhos artísticos alternativos, sensibilidade, profundidade e crítica social sendo desenvolvida e expressada por vias paralelas, em grupos de trabalho e reflexão;
  • Necessidade de mudança de perspectiva, amplitude consciencial e maior potencial de foco no sentido de bem-estar existencial (autocura);

 

            Em resumo, 2019 será um período melhor, portanto? É isso que o ávido e paciente leitor deseja, certo? Nesse momento, parece relevante voltarmos ao assunto da contradição. Por quê escrever um artigo sobre as tendências energéticas (seja qual sentido isso tenha – menos o científico, naturalmente) é contraditório, além de ser árduo? Porque, primeiramente, o sentido de “autocura” não está relacionada às mãos do mestre budista, sacerdote cristão ou às ervas do xamã abnegado. Mas sim ao homem comum, o único que realmente poderá (e deverá) melhorar algo em si mesmo, pelo reconhecimento da sua fragilidade e capacidade de revisão pessoal, diminuição da odiosidade e mudança da postura reativa, para uma perspectiva mais consciencial, inclusiva, abrangente e muito distinta do chavão “direitos humanos apenas para os supostos humanos direitos”. E se há uma cura no horizonte, que esta não venha de um acaso externo apenas transcendente (“Se Deus quiser” ou “Tudo vai melhorar”) mas sim pela emanação de uma atitude mais lúcida, criativa e transformada do Ser.

            Além disso, é quase contraditório abordar o tema “perspectivas sobre 2019”, pois especular sobre o que ocorrerá é moldar o novo pela perspectiva do antigo, pelo reforço do hábito, ou seja, é construir apenas pela repetição da memória, sem dar espaço à renovação. De antemão, necessita-se relembrar que nada, além de você mesmo, na relação ética e empírica com o mundo, deveria saber como agir ou ser. Partindo de tal premissa, também as simbologias estudadas não revelam necessariamente uma ordem cósmica maior, mas apenas, e para os que creem nisso e tem afinidade nessa linguagem, um espelho sincrônico sobre as tendências de comportamento mecânicas de nós mesmo que fazem as coisas serem o que são, no pior e melhor dos casos. Assim, um olhar dinâmico, principalmente nos Novos Tempos, seria refletir também sobre as possibilidades de reinterpretações dos códigos, que envolveriam, sobretudo, reavaliações sobre si mesmo. Mais do que “o que devo esperar do ano”, talvez nessa nova realidade, seja requerido algo mais coerente, tal como “o que farei de mim mesmo, nesse ano, o que mudarei de fato”, já que os elementos em questão, se realmente existem, estão prioritariamente em nós, interpretadores ainda muito circunstanciais das ocorrências. O que escolheremos fazer dos nossos mundos sensíveis e poéticos, portanto, em 2019, para além das zonas de segurança emocional, passividade e moralismo em prol de uma pseudo unidade “do bem”?

 

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Texto e imagem colaboração de Marcos Murakami - Diretor do Instituto Eternal Qi - Centro de Ensino e Pesquisa - Ministrante de cursos de Feng Shui - (11) 2959-2668 / 98148-4816 - falecom@institutoeq.com.br - Jornal O Legado - Fevereiro 2019

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